A pavimentação da via conhecida como Expresso Porto, em Porto Velho, segue como uma demanda histórica do setor produtivo da capital. Considerada essencial para o escoamento da produção agropecuária e para o desenvolvimento econômico de Rondônia, a obra ainda não saiu do papel, apesar de sua relevância estratégica.
Atualmente, a falta de infraestrutura obriga caminhões com destino aos portos da hidrovia do Rio Madeira a trafegarem por vias urbanas da cidade, como a avenida Jorge Teixeira, onde já foram registrados diversos acidentes graves envolvendo veículos de carga.
Embora esteja prevista no plano de ação da nova concessionária da BR-364, a obra tem prazo de execução estimado em até seis anos. O tempo de espera mobilizou a Prefeitura de Porto Velho, que busca antecipar o início das obras por meio de articulações políticas com o governo federal e com a empresa responsável.
“Diante da importância dessa obra para a capital e para todo o Estado, iniciamos uma discussão com o presidente Lula, por meio do ministro dos Transportes, Renan Filho, além da concessionária responsável, para pedir a antecipação da execução dessa obra tão necessária”, afirmou o prefeito Léo Moraes.
Segundo o gestor, com a via pavimentada, o tráfego pesado poderá ser desviado do centro da cidade, melhorando a fluidez no trânsito urbano e aumentando a segurança viária. “Porto Velho precisa dessa mudança agora, não daqui a anos”, reforçou.
As negociações devem continuar nos próximos meses, com a expectativa de que a pavimentação da Expresso Porto seja antecipada e finalmente se torne realidade, trazendo impactos positivos para a mobilidade urbana e para a economia regional.
