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Lula pede paz, critica corrida armamentista e cobra ação da ONU

Presidente defende prioridade ao combate à fome e questiona atuação do Conselho de Segurança

Redação Por Redação
04/03/2026
Em Política
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez, nesta quarta-feira (4), um apelo a líderes globais para que priorizem a paz e o combate à fome em vez do aumento de gastos militares. A declaração foi dada na abertura da 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe. As informações são da Agência Brasil.

Lula afirmou que, se os US$ 2,7 trilhões gastos mundialmente com armamentos no último ano fossem destinados ao enfrentamento da fome, seria possível distribuir mais de US$ 4 mil a cada uma das 630 milhões de pessoas que passam fome no planeta. Para o presidente, o cenário revela falta de prioridade dos governantes.

O petista destacou ainda que a América Latina e o Caribe formam “a única zona de paz no mundo” e lembrou que o Brasil não possui armas nucleares por determinação constitucional.

Críticas ao Conselho de Segurança

Em seu discurso, Lula dirigiu-se aos membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas — França, Reino Unido, Rússia, China e Estados Unidos — cobrando maior empenho na promoção da paz e na redução da fome.

Segundo ele, o fortalecimento de arsenais militares e a ampliação de investimentos em defesa ampliam tensões globais e desviam recursos que poderiam ser aplicados na produção de alimentos.

Faixa de Gaza e ONU

O presidente também criticou a criação de um conselho voltado à reconstrução da Faixa de Gaza pelo governo do ex-presidente Donald Trump, questionando a condução das ações após o conflito na região.

Ao final, Lula elogiou o papel da FAO, mas afirmou que a Organização das Nações Unidas enfrenta perda de credibilidade por não cumprir integralmente os princípios estabelecidos em sua carta de fundação, de 1945.

Para o presidente, a entidade deveria convocar uma conferência mundial para tratar dos conflitos em curso e reforçar o compromisso global com a paz e a segurança alimentar.

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