Porto Velho

URBANIZAÇÃO – Prefeito lança primeiro módulo do projeto Parceria Verde

O prefeito de Porto Velho, dr Hildon Chaves, lançou nesta terça-feira (17), o projeto Parceria Verde, que integra o programa Cidade + Verde, ação coordenada pela Secretaria Municipal de Integração (Semi), por meio da Subsecretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), que prevê, entre outras coisas, o plantio de 250 mil mudas de árvores nas zonas rural e urbana. Na ocasião, o prefeito também assinou a Ordem de Serviço para o início da obra de paisagismo do viaduto do Trevo do Roque.

O Parceria Verde foi criado com o objetivo de melhorar o aspecto urbano da cidade com a arborização e paisagismo no trecho que vai da Faculdade de Rondônia (Faro) até a ponte do rio Madeira, no bairro Balsa. O projeto será executado por meio de Parceria Público Privada (PPP) com a participação dos empresários que têm seus empreendimentos localizados nesse trecho da BR 364.

PAISAGISMO

No primeiro módulo do projeto será trabalhado o paisagismo no entorno do viaduto do Trevo do Roque. No local serão plantados seis mil metros quadrados de grama, 150 árvores de várias espécies e plantas ornamentais como a exória, também conhecida como ixora, que pode ser cultivada a pleno Sol ou, no máximo, com sombra parcial de árvores maiores, mas de forma que ainda receba bastante sol.

“O objetivo principal do projeto é estabelecer parceria com os empresários do eixo da BR para que eles possam adotar os jardins em frente aos seus empreendimentos. A parceria já conta com o apoio e participação do DNIT, Madecom, Buritis Caminhões e o Atacadão. Para esse primeiro módulo a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos dentro do prazo de trinta dias”, adiantou o subsecretário da Sema, Robson Damasceno.

Idealizador do projeto, o prefeito dr Hildon Chaves lembrou que a arborização urbana e o reflorestamento são fortes indutores do crescimento econômico e social. “Vamos dar, em médio tempo, uma sensação agradável a quem chega a cidade de Porto Velho. Essa arborização proporcionará a cidade inúmeros benefícios como estabilidade climática, conforto ambiental, melhoria da qualidade do ar, bem como na saúde física e mental da população. Serão plantadas espécies coloridas que durante épocas do ano vão embelezar com várias cores a rodovia”, explicou o prefeito.

Durante a solenidade de lançamento do projeto, dr. Hildon lembrou ainda que pelo programa de arborização urbana da prefeitura será feita a doação e o plantio de 100 mil árvores em praças, parques, calçadas de vias públicas, alamedas e nas áreas verdes e de proteção permanente. “Para otimizar recursos aproveitaremos os meses de chuva da região, onde a Sema iniciará plantios em toda a cidade”, afirmou.

DOAÇÃO

O prefeito também determinou a abertura, na próxima segunda-feira (23), do calendário de doação de mudas. A meta é a distribuição de 20 mil mudas de espécies variadas para os munícipes que desejam plantar árvores em seu terreno. Já o produtor rural deverá se cadastrar na Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric) para receber mudas frutíferas e nativas que podem ser usadas para produção comercial e para a recuperação de áreas degradas.

Dr Hildon também lembrou que o Programa Cidade + Verde, além de estratégico para amenizar problemas ambientais adversos, trabalhará o planejamento da paisagem de Porto Velho, sendo importante sob os aspectos ecológico, histórico, cultural, social, estético e paisagístico. Para o secretário Robson Damasceno, da Sema, “perceber a natureza como parte importante do cotidiano de uma cidade é o primeiro passo para compreendermos a necessidade de mudanças no comportamento humano frente aos recursos naturais cada vez mais escassos”.

“A relação das árvores com o bem-estar coletivo é direta, pois a perda de árvores faz com que se percam também os chamados ‘serviços ecossistêmicos’ prestados pela natureza, como regulação das chuvas, manutenção da boa qualidade do ar, além da produção de água em quantidade e qualidade. Na área urbana, a escassez de áreas verdes e intensa ocupação, com construções e impermeabilização de áreas, ‘sufocam’ os poucos lugares preservados que ainda sobrevivem”, frisou Damasceno.

Fonte: Sema

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