Saúde

Fhemeron reforça campanha para garantir estoque de sangue durante carnaval

A euforia do carnaval combinada com excesso de álcool muitas vezes favorece acidentes com maior gravidade. Por isso, é importante que os bancos de sangue estejam abastecidos durante esse período. É com esse sentido, a Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia (Fhemeron) vem desenvolvendo, desde o início de fevereiro, campanhas de conscientização para doação de sangue visando manter os estoques abastecidos e garantir a assistência à população.

No último final de semana, a Fhemeron recebeu fiéis da Igreja Universal (parceria da campanha “Sangue Universal”) e alunos do curso Excelência que engajaram na campanha de doação. O resultado foi considerado satisfatório pela assistente social Maria Luiza, totalizando 141 pessoas cadastradas e 113 bolsas de sangue coletadas.

O ato solidário tem motivado os trabalhos desenvolvidos conforme afirma o presidente da Fhemeron, Sid Orleans, que tem participado de várias entrevistas nos veículos de comunicação levando a mensagem de importância da população em doar sangue. “Toda a nossa equipe está empenhada e buscando incentivar as pessoas a doarem sangue e cada um pode fazer a sua parte e assim aumentar essa rede de boas ações”, enfatizou Sid Orleans.

Segundo explica a biomédica da Fhemeron, Deiseane Leite Garcia, é nessa época do ano que aumenta a solicitação de bolsas de sangue e, por esse motivo, o órgão busca chegar próximo ao ideal uma vez que o feriado mais prolongado do ano, o carnaval, exige da Fhemeron um estoque maior de sangue e hemoderivados para atender as demandas também das agências do Hospital João Paulo II e Hospital de Base.

A biomédica projeta que seria necessário estoque de 200 bolsas de sangue, do tipo “O positivo”; 150 – do tipo “A positivo”; 35 – do tipo “O negativo”; 15 – do tipo “A negativo” e 15 – do tipo “B negativo.

PROGRAMAÇÃO DE TODA HEMORREDE ESTADUAL

HEMOCENTRO COORDENADOR DE PORTO VELHO

Nos dias 10 e 12.02.2018 (sábado e segunda-feira de carnaval)

A Fhemeron estará funcionando no horário de 7h15 às 12h.

No dia 14.02(quarta-feira de cinzas), no horário de 13h às 17h.

HEMOCENTRO REGIONAL DE JÍ PARANÁ

Nos dias 07 e 08.02.2018 (quarta e quinta-feira)

O Hemocentro Regional de Jí Paraná estará atendendo em horário especial das 07h às 19h, além de dos atendimentos diários nos demais dias, segunda a sexta-feira de 7h às 13h;

HEMOCENTRO REGIONAL DE CACOAL

Nos dias 05 a 09.02.2018 (segunda a sexta-feira)

O Hemocentro Regional de Cacoal em parceria com o Clube de Diretores Lojista – CDL realizará coleta de sangue, durante toda semana. As coletas serão realizadas nas dependências do CDL, no horário de 08h as 18h00min, nestes dias a Fhemeron de Cacoal estará funcionando no CDL;

HEMOCENTRO REGIONAL DE VILHENA

Nos dias 03 e 08.02.2018 (sábado e quinta-feira)

O Hemocentro Regional de Vilhena em parceria com a Igreja Adventista, realizará coleta de sangue, nas dependências da Fhemeron, no horário de 18h às 22h, além de dos atendimentos diários nos demais dias, segunda a sexta-feira de 7h às 13h;

HEMOCENTRO COORDENADOR DE PORTO VELHO

Nos dias 10 e 12.02.2018 (sábado e segunda-feira de carnaval)

A Fhemeron estará funcionando no horário de 7h15 às 12h.

No dia 14.02(quarta-feira de cinzas), no horário de 13 às 17h.

Fonte: Paulo Ricardo

Governo de Rondônia investe mais de R$ 16 milhões em custeio para pacientes em TFD

O governo de Rondônia investiu mais de R$ 16 milhões em custeio de passagens aéreas para pacientes e acompanhantes no Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TD). No total, foram injetados pelo Estado R$ 16.592.355,32, com uma média mensal de R$ 1.382.692,27.

Os dados são do setor de estatísticas da Controladoria de Tratamento Fora do Domicílio (CTFD), da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). Os números mostram o compromisso e o alto investimento que o governo faz para que pacientes busquem tratamento em outros centros avançados como Barretos (SP), Rio Grande do Sul, São Paulo, entre outras cidades, onde há o tratamento mais adequado oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), numa estratégia montada pela Sesau para que todos os pacientes – que a doença não tem como ser tratada em Rondônia – tenham acesso ao benefício, relata o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel.

De acordo com Williames Pimentel, apesar de alto investimento com o TFD, em especial o custeio de passagens, há uma queda no número de pacientes que serão encaminhados para outros centros.

Esta queda, segundo ele, está ligada diretamente à ampliação e melhoria do tratamento de alta complexidade implantado pelo governo Confúcio Moura. Ele destaca a descentralização do atendimento de alta complexidade. Hoje, o serviço é oferecido em duas cidades pólos: Porto Velho e Cacoal – que abriga um hospital regional, uma unidade de urgência e emergência, o Heuro, que vem desafogando as unidades em Porto Velho -, além disso, explica o secretário, o avanço do tratamento de câncer – que lidera a procura por TFD – deu um salto de qualidade muito grande no Estado.

São duas cidades polos: Porto Velho, com o Hospital de Base, unidade Barretinho, contratualizada pelo Estado, o São Peregrino e agora, o Hospital de Câncer da Amazônia, fechando um círculo que vai desde o diagnóstico até o tratamento de doenças que começaram a ser tratadas aqui, numa visão macro, humanizada de manter o paciente o mais próximo possível de sua família, afirma o secretário.

PERÍCIA MÉDICA

O secretário destaca a importância da perícia médica, tanto para obter o TFD quanto para sua manutenção. Ele explica que há normas rígidas do Ministério da Saúde (MS) que são seguidas pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). Para manter o TDF, bem como a ajuda de custo, o paciente tem que passar cada seis meses – ou um ano dependendo do caso – pela avaliação de médicos do quadro da Sesau. “Eles vão dizer o paciente permanecerá ou não no TFD, e se o caso já pode ser tratado nas unidades de alta complexidade do Estado”, afirma o secretário.

O setor de perícia médica é composto por cinco médicos, sendo um médico só para avaliar os laudos de oncologia e mais quatro médicos que avaliam os laudos em geral. Três auxiliares administrativos, mais o chefe de núcleo, onde acontece a avaliação de processos, que podem ser deferidos ou não. Também compete à perícia receber processos que as regionais do interior do estado mandam via correio e são encaminhados para avaliação médica.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia